MARATONA DE BUENOS AIRES supera o Rio e é a MAIOR da América do Sul

MARATONA DE BUENOS AIRES supera o Rio e é a MAIOR da América do Sul

Segunda-feira | 21 de setembro de 2026

A Maratona de Buenos Aires voltou a ser a maior prova de 42 km da América do Sul. A edição de 2026 registrou um crescimento de 13% no número de concluintes em relação a 2025, ultrapassando a Maratona do Rio por uma margem de apenas 34 corredores. Foram 14.209 finishers na capital argentina, contra 14.175 na cidade brasileira, que havia sido a maior no ano anterior.

No masculino, a vitória foi do queniano Betwel Kibet Chumba, com 2h08m28s. O pódio foi completado por John Hakizimana, de Ruanda (2h08m39s), e os quenianos Felix Kiptoo Kirwa (2h10m24s), Kipkemoi Kiprono (2h10m49s) e Vincent Kiber Raimoi (2h11m58s). Entre as mulheres, a queniana Rebecca Kangogo Chesir venceu com 2h23m36s, seguida por sua compatriota Rodah Jepkorir Tanui (2h24m49s) e a também queniana Emnah Cheruto Ndiiwa (2h26m55s). As etíopes Sintayehu Lewetegn Hailemichael e Ageru Arera Tamir fecharam o pódio feminino.

Melhores brasileiros na prova:

Masculino
1. Willdeberg dos Santos – 2h30m13s
2. Laercio Barbosa – 2h31m05s
3. Francisco Costa – 2h33m47s
4. Katriel Simplicio – 2h35m09s
5. Ricardo Sigioli – 2h37m12s

Feminino
1. Daniela Lavignatti – 2h54m50s
2. Manuela Barbosa – 2h58m56s
3. Cristina Melo – 3h00m56s
4. Francieli Kierkow – 3h02m46s
5. Ana Paula Damy – 3h04m34s

Atletas são desclassificados por chegarem de mãos dadas

Na Corrida da Saúde Farmácia Brito, em Feira de Santana (BA), os atletas Justino Pedro e Givaldo Sena foram desclassificados após cruzarem a linha de chegada de mãos dadas. Ambos são da mesma equipe e, ao abrirem mão da disputa pela vitória, infringiram a regra da World Athletics sobre “esforço autêntico” (“bona fide effort”).

A regra 7.1 do regulamento de atletismo estabelece que atletas devem participar de competições com “esforço autêntico” e que qualquer um que não cumpra essa diretriz pode ser desclassificado. Ao não disputarem a primeira colocação entre si, os corredores deixaram de competir, o que caracteriza a falta de esforço autêntico e justifica a decisão do árbitro da prova. O treinador dos atletas, Marciano Barros, contestou o resultado e pediu que a decisão fosse reconsiderada. No entanto, a regra é clara e tem sido aplicada com mais rigor nos últimos anos para garantir a integridade da competição.

Minha experiência na ASICS Run Challenge do Recife

Participei da etapa do Recife da ASICS Run Challenge, correndo os 15 km. A prova foi excelente, com um percurso lindo que passou por pontos icônicos da cidade, como o Forte do Brum, diversas pontes, o Marco Zero e o Leão do Norte. A largada, às 5h30 da manhã, ajudou a amenizar o calor, que ficou na média de 24°C. O vento e a brisa também contribuíram para diminuir a sensação térmica.

A hidratação foi um ponto positivo, com água gelada em todos os postos, a cada 3 km. O único aspecto negativo foi um atraso de quase 10 minutos na largada. Completei a prova em 1h28m28s. Uma observação sobre a medalha é que ela não traz a identificação da cidade, sendo idêntica à de outras etapas do circuito.

Brasileiros competem no Mundial de Corrida de Rua

O Mundial de Corrida de Rua, realizado em Copenhague, contou com a participação de atletas brasileiros em diversas distâncias. Confira os principais resultados:

Meia Maratona Masculina
A prova foi vencida pelo sueco Andreas Almgren, que bateu o recorde europeu com 58m06s. O pódio foi completado pelo queniano Nicholas Kipkorir (59m11s) e o ugandense Joshua Cheptegei (59m26s), que marcou seu recorde pessoal.

Brasileiros:
– GiovanI dos Santos: 68º lugar (1h03m19s)
– Fabio Jesus Correia: 94º lugar (1h05m33s)
– Lucas Paulo Ferreira Barbosa: 97º lugar (1h05m40s)

Meia Maratona Feminina
A queniana Agnes Jebet Ngetich venceu e estabeleceu um novo recorde mundial para corridas exclusivamente femininas, com 1h05m15s. A também queniana Veronica Loleo (1h06m05s) e Florence Nkirote, de Ruanda (1h06m08s, recorde nacional), ficaram com a segunda e terceira posições.

Brasileiras:
– Nubia de Oliveira Silva: 57º lugar (1h12m33s)
– Jéssica Ladeira Soares: 85º lugar (1h17m08s)
– Maria Lucineida da Silva: 98º lugar (1h23m37s)

5 km Masculino
A vitória foi de Dawit Seare, da Eritreia, com 12m56s (recorde nacional). Jakob Ingebrigtsen, da Noruega, foi o segundo (12m59s, recorde nacional), e Saymon Amanuel, também da Eritreia, o terceiro (13m00s).

Brasileiros:
– Jânio Marcos Gonçalves: 33º lugar (13m41s, recorde pessoal)
– Thiago André: 45º lugar (14m00s, recorde pessoal)

5 km Feminino
A etíope Likina Amebaw venceu com 14m41s. A queniana Caroline Mkanzi Gitonga ficou em segundo (14m48s), e a australiana Rose Davies em terceiro (14m50s, recorde da Oceania).

Brasileiras:
– Nubia de Oliveira Silva: 26º lugar (15m44s, recorde pessoal)
– Simone Ponte Ferraz: 40º lugar (17m21s)

Milha de Rua (Road Mile)
No feminino, a francesa Agathe Guillemot venceu com 4m22s74s. Entre os homens, a vitória foi do alemão Robert Farken, com 3m51s80s.

Brasileiras:
– July Ferreira da Silva: 38º lugar (4m53s71, recorde pessoal)
– Jaqueline Beatriz Weber: 41º lugar (4m57s14)

Brasileiros:
– Guilherme Kurtz: 36º lugar (4m04s55)
– André Carlos Sousa Sales: 40º lugar (4m07s79)

Quiz: A origem do Baião

O baião, ritmo musical nordestino, foi popularizado e estilizado nacionalmente a partir da década de 1940 pela parceria entre o cantor e compositor Luiz Gonzaga e o advogado e compositor Humberto Teixeira. Embora não tenha sido criado por uma única pessoa, foi a dupla que consolidou o gênero no cenário musical brasileiro.

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