Quarta-feira | 20 de maio de 2026
Na segunda-feira, apontei que o circuito Santander Track&Field Run Series não disponibilizava os resultados das suas provas publicamente, desrespeitando as normas da CBAt. A organização entrou em contato, insistindo que está de acordo com as regras, pois os resultados podem ser consultados através do aplicativo TF Sports. No entanto, é exatamente por isso que eles continuam a desrespeitar a norma.
Para acessar os resultados de qualquer prova pelo aplicativo, é necessário criar uma conta, fornecendo dados pessoais sensíveis como nome completo, e-mail, telefone, data de nascimento e CPF. A Norma 7 da CBAt, em seu item 3.11.6, é clara: os resultados devem ser “disponibilizados publicamente e integralmente no website da prova”. Um aplicativo que exige cadastro e coleta de dados pessoais não é um “website” e não oferece acesso “público”. Portanto, a prática do circuito continua em desacordo com as regras oficiais do atletismo no Brasil. Já questionei a CBAt sobre essa situação e aguardo um posicionamento.
Desclassificações na Maratona de BH
Meu amigo Joelson, do “Corredor Irônico”, postou um vídeo questionando as desclassificações na Maratona Oficial de Belo Horizonte por uso de fone de ouvido. Contudo, faltou uma informação importante nesse questionamento. De acordo com o comunicado da organização e o relatório da Federação Mineira de Atletismo, as regras de competição foram aplicadas de forma rigorosa, mas apenas para os atletas que estavam em “condições de pódio”, ou seja, disputando as primeiras posições no geral ou por categoria.
Ao todo, apenas três atletas foram desclassificados por infrações: um por chegar de mãos dadas com outro atleta, outro por uso de fone (que foi registrado durante o percurso, embora ele tenha tirado na chegada) e um terceiro por cruzar a linha de mãos dadas com seus dois filhos. A regra da World Athletics, que proíbe o uso de dispositivos eletrônicos como fones de ouvido, visa impedir que atletas de elite recebam instruções externas, sendo uma forma de assistência não permitida. A aplicação da regra se restringe, portanto, a quem está competindo por prêmios.
Atleta compete dopado em ultramaratona
Um caso sério aconteceu em uma ultramaratona em Niterói (RJ). Um atleta passou mal na véspera da prova, foi ao hospital com febre e garganta inflamada, e foi medicado. Ele se recuperou, competiu e terminou em terceiro lugar geral. O problema? Um dos medicamentos que ele recebeu na veia foi a Dexametasona, um corticoide que está na lista de substâncias proibidas da WADA (Agência Mundial Antidoping) para uso em competição. Trata-se de um caso de doping, ainda que não intencional. O atleta não deveria ter competido e, consequentemente, não poderia ter sido premiado com a terceira colocação.
Inscrições para a Ultra BM
A Ultra BM (Bertioga-Maresias), uma das provas mais tradicionais do litoral brasileiro, está com inscrições abertas para sua edição de 2026. O evento oferece as distâncias de 75 km (ultra), 42 km (maratona) e revezamento de 75 km, que pode ser disputado em trio, sexteto ou octeto. É uma prova muito legal e, para quem quiser participar, há um cupom de 10% de desconto: basta usar “CORRIDANOAR10” no momento da inscrição.
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