MEIA da SP CITY MARATHON é a 3ª MAIOR da América do Sul

MEIA da SP CITY MARATHON é a 3ª MAIOR da América do Sul

Quinta-feira | 30 de julho de 2026

O resultado da meia maratona da Nike SP City Marathon elevou a prova a outro nível no cenário sul-americano. Com 21.478 concluintes, a corrida se consolidou como a terceira maior meia maratona da América do Sul, ultrapassando a Meia Maratona de Bogotá, que teve 20.665 concluintes em sua edição mais recente. A prova de São Paulo agora fica atrás apenas da Meia Maratona de Buenos Aires, a maior do continente com quase 25 mil concluintes, e da Meia Maratona do Rio de Janeiro, a segunda maior. Até o ano passado, a SP City era a quarta no ranking. O crescimento da prova reflete seu potencial, e a organização já abriu as inscrições para a edição de 2027. A pré-venda “Early Runner” está disponível no site da Iguana Sports, com o kit essencial custando R$ 329,90, tanto para os 21 km quanto para os 42 km.

Prefeitura de SP quer novo protocolo de segurança

Após a morte de um corredor na SP City Marathon, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar um protocolo de segurança para corridas de rua. A iniciativa, noticiada pelo portal Metrópoles, visa definir parâmetros mínimos de segurança e estruturas de atendimento. No entanto, o protocolo para eventos esportivos já existe, sendo regido pelo anexo 3 da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que foi amplamente discutido com a Sociedade Brasileira de Cardiologia do Esporte. A organização da SP City, inclusive, excedeu as exigências do protocolo, disponibilizando 20 desfibriladores, 11 ambulâncias com desfibriladores, cinco sem, além de voluntários e profissionais de saúde ao longo do percurso. O mais eficaz seria a prefeitura se esclarecer sobre o protocolo vigente antes de criar um novo.

Problemas na Maratona de São Luís

A 2ª Maratona Internacional de São Luís, no Maranhão, foi alvo de diversas críticas por parte dos participantes. Relatos de atletas apontam uma série de falhas na organização. O percurso da meia maratona teve cerca de 1,5 km a mais, com alguns corredores registrando quase 23 km. Houve falta de água em alguns pontos e, onde havia, a água estava quente. Na maratona, o percurso marcou 41,8 km, menos que a distância oficial. Além disso, não havia pórtico de largada ou banheiros para os maratonistas, que largaram de um local diferente dos outros percursos (5, 10 e 21 km). Outras queixas incluem problemas na entrega de kits, falta de troca de titularidade e a ausência da divulgação dos resultados por faixa etária até o momento. Apesar do organizador ser uma pessoa querida na comunidade local, os problemas frustraram muitos corredores.

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