Corrida no Ar News | Terça-feira | 27 de janeiro de 2026
O Circuito Live Run XP 2026 será o maior da história da marca. Serão 80 etapas pelo Brasil, Antes de entrarmos na retrospectiva, um recado importante. Em 2026, o circuito Live Run XP será o maior da história da marca, com 80 etapas pelo Brasil, conectando mais de 280.000 atletas.
A primeira etapa será em São Paulo, com largada no Parque do Povo, e também teremos etapa em Teresina. As distâncias variam de 5 a 30 km, além da corrida kids. Eu vou encarar os 30 km. Para quem quiser participar, a maioria das provas está com lote promocional e nós temos um cupom exclusivo: CORRIDANOAR15, que garante 15% de desconto em qualquer etapa. Conheça o calendário completo do circuito aqui – https://www.liverun.com.br/calendario
O caso do “tênis proibidão” em Araçatuba
Começamos com uma situação que me causou espanto na Meia Maratona de Araçatuba. Um atleta que ficou em quarto lugar geral correu com um tênis considerado proibido pelas regras da World Athletics, especificamente o Adidas Prime X Strung 2, que possui uma entressola acima do limite de 40mm permitido para competições.
O problema maior não foi apenas o uso do tênis, mas a atitude da arbitragem. Fui informado de que a organização foi avisada sobre a irregularidade, reconheceu que o calçado estava fora das normas, mas alegou que não poderia desclassificar o atleta porque essa regra não constava no regulamento específico da prova.
Isso é um absurdo. O regulamento de uma prova nunca pode negar ou se sobrepor às regras da modalidade estabelecidas pela Federação Paulista, pela CBAt ou pela World Athletics. O atleta que ficou em terceiro lugar na categoria e o que seria o terceiro geral foram prejudicados e perderam o momento do pódio. A regra é clara: para validar resultado e pódio, é preciso estar dentro das normas do esporte. Espero que a Federação Paulista de Atletismo corrija essa distorção.
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Problemas graves em Ribeirão Preto e Duque de Caxias
Infelizmente, o fim de semana também foi marcado por falhas organizacionais graves.
Na Maratona de Ribeirão Preto, recebemos relatos de falta de hidratação, água quente e demora no atendimento médico. Um relato apontou que uma ambulância demorou uma hora para chegar a uma corredora que desmaiou. Além disso, moradores reclamaram da quantidade de copos plásticos deixados nas ruas, entupindo bueiros. A limpeza pós-prova é o básico da organização.
Aproveito para corrigir os resultados de Ribeirão que falei errado anteriormente: o vencedor masculino foi Rafael Magalhães (2:28:24) e a vencedora feminina foi Eulália dos Santos (2:59:16).
Já na Maratona de Duque de Caxias, um influenciador que ajudou a divulgar a prova, o Thales Montes, relatou uma série de problemas, incluindo atrasos na largada, trânsito de veículos aberto colocando corredores em risco, falta de staff nos pontos de hidratação e falha na logística de retorno, o que obrigou atletas a caminharem quilômetros após a prova.
Organizar eventos envolve vidas e saúde. Não dá para aceitar esse tipo de falha.
A tradicional Volta ao Cristo
Para falar de coisa boa, estive em Poços de Caldas para a 43ª edição da Volta ao Cristo. É uma prova raiz, de 16km, com uma subida cruel de 4km até o Cristo Redentor.
Participei da prova, sofri na subida (tive que caminhar um pouco), mas o visual e a cidade compensam. Recomendo fortemente que todos corram essa prova ao menos uma vez na vida e também a aproveitar a cidade que é uma delícia
Os vencedores foram Glenison Mota (56:12) no masculino e Raquel Pereira (1:11:47) no feminino.
Obrigado pela leitura de sempre e até amanhã!
Sérgio Rocha
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