EXISTE CAMPEÃO AMADOR EM UMA PROVA que tem ELITE?

O Circuito Live Run XP 2026 será o maior da história da marca. Serão 80 etapas pelo Brasil, Antes de entrarmos na retrospectiva, um recado importante. Em 2026, o circuito Live Run XP será o maior da história da marca, com 80 etapas pelo Brasil, conectando mais de 280.000 atletas.

A primeira etapa será em São Paulo, com largada no Parque do Povo, e também teremos etapa em Teresina. As distâncias variam de 5 a 30 km, além da corrida kids. Eu vou encarar os 30 km. Para quem quiser participar, a maioria das provas está com lote promocional e nós temos um cupom exclusivo: CORRIDANOAR15, que garante 15% de desconto em qualquer etapa. Conheça o calendário completo do circuito aqui – https://www.liverun.com.br/calendario


Existe “Campeão Amador”?

Quero propor uma reflexão sobre um termo que tenho visto alguma frequência e que apareceu recentemente em uma matéria do G1 sobre a São Silvestre. A reportagem citava um coletor de lixo, o Ademir, como o “campeão amador” da prova.

Deixando claro: o Ademir corre muito, assim como meu amigo Miguel Morone ou a Luísa Cravo, que tiveram desempenhos incríveis na Maratona do Rio. Não quero, de forma alguma, diminuir o feito desses atletas. O ponto aqui é dar o nome correto às coisas.

Na corrida de rua não existe o título de “campeão amador” se o regulamento não prevê um troféu específico para isso. Se a prova tem elite, o campeão é o primeiro que cruza a linha de chegada. Se há faixas etárias, você pode ser campeão da sua categoria.

O termo correto para quem não é elite mas chega na frente do pelotão geral depois da elite, é “melhor amador da prova”. Dizer que alguém é campeão amador sem que esse título exista oficialmente no regulamento é uma autointitulação incorreta. Só estou trazendo isso aqui para discussão para não confundir as pessoas.

Polêmica em Sorocaba: Fim das corridas noturnas?

Uma situação complicada surgiu em Sorocaba. Após o afastamento do prefeito anterior, a nova gestão assinou uma lei no dia 29 de dezembro que proíbe qualquer evento esportivo noturno na cidade. Além disso, foi instituída uma taxa municipal de R$ 1.500 para a realização de provas.

Embora a taxa possa ser compreensível para cobrir custos operacionais da cidade, proibir eventos noturnos parece um equívoco. Corridas à noite têm um caráter festivo e promovem saúde e bem-estar. É uma decisão que vai na contramão do incentivo à atividade física e que, ironicamente, fará o município deixar de arrecadar.


Mundial de Cross-Country

O Campeonato Mundial rolou ontem em Tallahassee, nos Estados Unidos, em um percurso muito interessante com obstáculos artificiais.

No masculino, Jacob Kiplimo garantiu o tricampeonato. Berihu Aregawi ficou em segundo, e o Daniel Ebenyo (do Quênia) fechou o pódio em terceiro. A Etiópia levou o título por equipes.

Entre as mulheres, Agnes Ngetich manteve a hegemonia queniana e venceu a prova, seguida por Joyce Chepkemoi e Senayet Getachew. Por equipes, a vitória feminina também ficou com a Etiópia.


Obrigado pela leitura de sempre e até amanhã!

Sérgio Rocha


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