O CORRE PACE É…


Um pedido de desculpas e um apoio necessário

Antes de irmos para as notícias, preciso me desculpar por não ter publicado o programa de domingo. Fiquei preso em um trabalho que consumiu todo o meu tempo e não consegui gravar com antecedência. Sei que vocês esperam pelo conteúdo, então aceitem minhas sinceras desculpas.

Para quem sempre pergunta como pode ajudar o Corrida no Ar, a melhor forma agora é adquirindo a nossa nova regata oficial. Ela tem um visual vintage em laranja com bordas pretas e é feita em poliamida especial, ideal para treinos e provas. O tecido tem proteção UV, secagem rápida e tratamento bactericida. O valor de lançamento é R$ 79,90 e você encontra os modelos masculino e feminino no Mercado Livre com frete grátis.


A Olympikus foi longe demais com o Corre Pace?

Eu testei o Corre Pace em alguns treinos, inclusive um longão de 21 km em Jundiaí, e a real é que o tênis é impressionante. Ele pesa apenas 149 gramas; o tênis simplesmente “some” no pé. A espuma de última geração e a placa de carbono entregam uma experiência de corrida com menos custo muscular.

  • Ponto positivo: Achei superior à grande maioria dos tênis de placa que já usei, com uma batida equilibrada entre o macio e o seco.
  • Ponto negativo: A durabilidade é limitada. A Olympikus garante 300 km de vida útil. Como ele custa R$ 1.999, é uma conta que você precisa fazer.

Vou deixar o meu reservado apenas para provas a partir de agora.


Recordes em Barcelona e Brasileiros no Exterior

A Maratona de Barcelona foi palco de um resultado histórico no feminino. A vencedora, a etíope Fotyen Tesfay, cravou 2:10:51, o segundo tempo mais rápido da história da maratona feminina. Ela chegou oito minutos à frente da segunda colocada.

A prova contou com 26 mil corredores, mostrando que não é preciso ser uma Major para ser rápida e massiva. Entre os brasileiros que se destacaram por lá:

  • Santiago Ascenço: 2:34:09
  • Adriane Soares: 2:57:47 (melhor tempo entre as brasileiras listadas).

Caos em Salvador e Regras de Prova

Tivemos cenas lamentáveis em uma prova em Salvador. O trânsito não foi devidamente fechado e corredores — incluindo o primeiro e o segundo colocados — tiveram que desviar de carros ou foram interrompidos por agentes de trânsito para veículos passarem. O segundo colocado quase foi atropelado. É um absurdo que coloca a integridade dos atletas em risco.

Falando em regras, uma corredora publicou uma nota de repúdio após ser desclassificada por causa do posicionamento do número de peito.

Se você fixa o número no short, está fora da região permitida pelas regras gerais do atletismo e pode, sim, ser desclassificado caso suba ao pódio.

A regra é clara: O número deve ser usado visivelmente no tronco (entre o pescoço e o abdômen).

Obrigado pela leitura e até amanhã!

Sérgio Rocha


Asssista o episódio de hoje do Corrida no Ar News em nossas plataformas.

Compartilhe

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *