Corrida no Ar News | Segunda | 16 de março de 2026
Um pedido de desculpas e um apoio necessário
Antes de irmos para as notícias, preciso me desculpar por não ter publicado o programa de domingo. Fiquei preso em um trabalho que consumiu todo o meu tempo e não consegui gravar com antecedência. Sei que vocês esperam pelo conteúdo, então aceitem minhas sinceras desculpas.
Para quem sempre pergunta como pode ajudar o Corrida no Ar, a melhor forma agora é adquirindo a nossa nova regata oficial. Ela tem um visual vintage em laranja com bordas pretas e é feita em poliamida especial, ideal para treinos e provas. O tecido tem proteção UV, secagem rápida e tratamento bactericida. O valor de lançamento é R$ 79,90 e você encontra os modelos masculino e feminino no Mercado Livre com frete grátis.
A Olympikus foi longe demais com o Corre Pace?
Eu testei o Corre Pace em alguns treinos, inclusive um longão de 21 km em Jundiaí, e a real é que o tênis é impressionante. Ele pesa apenas 149 gramas; o tênis simplesmente “some” no pé. A espuma de última geração e a placa de carbono entregam uma experiência de corrida com menos custo muscular.
- Ponto positivo: Achei superior à grande maioria dos tênis de placa que já usei, com uma batida equilibrada entre o macio e o seco.
- Ponto negativo: A durabilidade é limitada. A Olympikus garante 300 km de vida útil. Como ele custa R$ 1.999, é uma conta que você precisa fazer.
Vou deixar o meu reservado apenas para provas a partir de agora.
Recordes em Barcelona e Brasileiros no Exterior
A Maratona de Barcelona foi palco de um resultado histórico no feminino. A vencedora, a etíope Fotyen Tesfay, cravou 2:10:51, o segundo tempo mais rápido da história da maratona feminina. Ela chegou oito minutos à frente da segunda colocada.
A prova contou com 26 mil corredores, mostrando que não é preciso ser uma Major para ser rápida e massiva. Entre os brasileiros que se destacaram por lá:
- Santiago Ascenço: 2:34:09
- Adriane Soares: 2:57:47 (melhor tempo entre as brasileiras listadas).
Caos em Salvador e Regras de Prova
Tivemos cenas lamentáveis em uma prova em Salvador. O trânsito não foi devidamente fechado e corredores — incluindo o primeiro e o segundo colocados — tiveram que desviar de carros ou foram interrompidos por agentes de trânsito para veículos passarem. O segundo colocado quase foi atropelado. É um absurdo que coloca a integridade dos atletas em risco.
Falando em regras, uma corredora publicou uma nota de repúdio após ser desclassificada por causa do posicionamento do número de peito.
Se você fixa o número no short, está fora da região permitida pelas regras gerais do atletismo e pode, sim, ser desclassificado caso suba ao pódio.
A regra é clara: O número deve ser usado visivelmente no tronco (entre o pescoço e o abdômen).
Obrigado pela leitura e até amanhã!
Sérgio Rocha
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