FUTOROLOGIA com as MARCAS de TÊNIS de CORRIDA

Em 2026, o circuito Live Run XP será o maior da história da marca, com 80 etapas pelo Brasil, conectando mais de 280.000 atletas.

A primeira etapa será em São Paulo, com largada no Parque do Povo, e também teremos etapa em Teresina. As distâncias variam de 5 a 30 km, além da corrida kids. Eu vou encarar os 30 km. Para quem quiser participar, a maioria das provas está com lote promocional e nós temos um cupom exclusivo: CORRIDANOAR15, que garante 15% de desconto em qualquer etapa. Conheça o calendário completo do circuito aqui – https://www.liverun.com.br/calendario


Recebi o Nishi para um debate sobre o que esperar do ano, as novidades das marcas de tênis e um tema que mexe com os bastidores do nosso esporte.

O Desafio das Metas

Minha agenda para este ano está pesada: a meta é fechar novamente com umas 10 maratonas. Já no próximo domingo, estarei correndo a Maratona de Sevilha. Além disso, tenho no radar provas como a Corrida Cidade de Aracaju (28 de março) , Maratonas de Manaus e Porto Alegre — que deve bater recordes com mais de 10 mil inscritos — e a Maratona de Belgrado, na Sérvia, que é um destino excelente e barato para brasileiros. O Sérgio ainda não está confirmado, mas isso deve acontecer em breve.

O Nishi também está com um objetivo claro: vai encarar o Ultra Desafio Bertioga Beach (UD), uma prova de 55 km em abril. Ele já começou o treino específico na areia batida, porque, como diria o sábio chinês, o princípio da especificidade é tudo.

Futurologia: O Jogo das Marcas

Analisamos como o mercado está se desenhando para os próximos meses:

  • Olympikus: Estão dominando o topo e este mês lançam o “Corre Pace”, um tênis com placa de carbono hiperleve, focado em performance pura.
  • Nike: O cenário é estranho. Embora tenham produtos excelentes como a linha Vomero Premium, a marca parece estar com a linha de treino pulverizada demais e falta aquela inovação brutal em competição para retomar a liderança absoluta.
  • Marcas Chinesas e Internacionais: Estamos atentos à expansão da Anta (agora maior acionista da Puma) e à chegada e amplicação de atuação de marcas como a queniana Enda e as chinesas 361, Peak e Qiaodan ao Brasil.

O Debate: Premiação em Dinheiro vs. Lei de Incentivo

Trouxemos uma lebre para o debate: se uma prova utiliza a Lei de Incentivo ao Esporte, ela não deveria ser obrigada a ter premiação em dinheiro?

Atualmente, muitas provas captam recursos de renúncia fiscal, mas não oferecem retorno financeiro aos atletas de elite. Defendemos a ideia de que uma parcela desse valor captado (algo em torno de 5% a 15%) deveria ser obrigatoriamente destinada à premiação. Isso é fundamental para fomentar o esporte competitivo e apoiar o surgimento de novos ídolos brasileiros que, muitas vezes, dependem desses prêmios para pagar as contas e continuar treinando.

Obrigado pela leitura e até amanhã!

Sérgio Rocha


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